O Especialista na Arte de Amar



Dores de amores…

Estava pensando…
o amor é um combustível para uma “fantasia sexual” sua ou do outro, e não só por prazer puro e simples. Mas, até onde vale a pena, quando é um sacrifício?

Lendo no “Google” vi sobre pessoas que se submeteram à fantasias para agradar seus parceiros, porém, com dor e pesar isso aconteceu.

Imagine aceitar e contribuir com a fantasia de seu parceiro, convidando uma amiga sua para que ele possa vivenciar um menage à trois
Essa cena, sem qualquer tipo de sentimento amoroso, seria abençoada por Baco. Mas, quando um dos três, no mínimo, gosta, a cena fica mais difícil.

As personagens:
Mulher nº1: corpo escultural, barriga perfeita, peitos turbinados, bunda empinada – mulher 08, louca por sexo e cabeça maravilhosa;
O homem: o amante da mulher nº 1;
Mulher nº 2: amiga da mulher nº 1, com as mesmas formas dela, mas em proporções maiores, – mulher 80

O local:
Casa dele.

A estratégia:
Como o encontro foi às escuras, a mulher nº2 só tinha contato com o homem por e-mails, conversas no msn e telefone. Então, ela foi antes para que se conhecessem, antes que a mulher nº 1 chegasse.
Por mais que a mulher nº 2 fosse descolada, era uma situação complicada, afinal nunca tinha feito isso sem conhecer o cara, e só pra agradar a amiga (afinal, amiga é pra essas coisas :p)

O contrato:
Caso o homem gostasse da mulher nº 2, ou vice-versa:
1) um encontro a sós não deveria acontecer;
2) um encontro a sós poderia acontecer DESDE QUE a mulher nº1 não fosse informada;

O evento:
Ok… a mulher nº 2 encontrou o homem, conversaram até a chegada da mulher nº 1. O clima era tenso, apesar da conversa, o ar estava congelado… então, nada melhor que qualquer líquido alcoólico.
Aí com o ego dissolvido em álcool, tudo ficou menos pior… Mas, finalmente, foram para a cama.

A atenção inicial foi dada a mulher nº2, afinal, ela era ‘convidada’ AHAHAHAHA.

As carícias foram intensificando na medida que os corpos iam se aquecendo. Mas, a pergunta “o que a mulher nº 1 está sentindo agora?” não saía da cabeça da amiga, que pouco relaxava, apesar de seu clitóris estar dentro da boca do homem (e seu corpo estar respondendo a esse estímulo)…
Logo a mulher nº1 entrou para a festa… de leve, sutilmente, foi entrando no palco. Aos poucos, foi mostrando que ali ela era a dona do pedaço, coisa que a mulher nº 2 não deixou de respeitar em momento algum.
O clima estava completamente descontraído…
o homem chupando a mulher nº2 e sendo chupado pela mulher nº1… em outro momento, a mulher nº1 cavalgava no homem enquanto a mulher nº2 o beijava a boca… cenas dignas da bênção de Baco, porém, o sentimento que surgiu na mulher nº1 alguns dias depois, não tinha a bênção nem de Eros!

A pergunta:
Enfim, até onde a paixão por outra pessoa nos motiva a agredir nossa integridade, biopsicosocialmente falando? :p

(outro dia, narro em forma de conto, um outro encontro em celebração a Baco)

: )


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