O Especialista na Arte de Amar



Um tapinha não doi! E dependendo de sua parceira, ela vai amar!

Vamos abordar um assunto controverso e pouco falado nos textos sobre sexo. Os famosos ‘sexologos’ não gostam muito de trata-lo. Afinal, imagina uma daquelas sexólogas velhinhas dizendo que gosta de apanhar na bunda. Difícil encontrar alguém com personalidade forte o suficiente para admitir isso.

Vamos falar de infligir dor a mulher na hora da transa. Por mais politicamente incorreto que possa parecer, é algo que deixa as pessoas do sexo frágil, pelo menos a maioria, louca de tesão e com vontade de quero mais.
A dor e o tesão

Muitos dizem que dor e prazer estão em sociedade. No sexo isso é verídico para muitas meninas. O que os rapazes devem fazer então é algo bem elementar. Maximizar o tesão e minimizar a dor.

E isso é até razoavelmente simples, uma vez que quanto mais tesão menos dor. Ou seja, o pulo do gato, quer dizer,é deixar a parceira bem excitada, e incrementar esse sentimento com umas doses de submissão.
Instintos humanos

Obviamente o comportamento humano não é uma ciência exata, mas, é claro que algumas atitudes estão intimamente ligados aos nossos instintos, e talvez, ao nosso DNA. E partes desses instintos são bastante diferenciados entre homens e mulheres.

Como exemplo vamos tomar o instinto de procriação. As mulheres são perfeitamente adaptadas para a gestação, e a grande maioria aceita isso bem. Normalmente os homens não tem sonhos de ficarem grávidos.

Se existe esse tipo de comportamento, muito provavelmente existem outros. E eu, acredito firmemente que a maioria das mulheres vem programadas para se sentirem submissas durante o sexo.

O grau de submissão varia de indivíduo para indivíduo, podendo ir do praticamente zero, até àquelas altamente passivas.
Apanhar como submissão

Existem várias atividades que podem ser desempenhadas na cama de forma que a mulher se sinta submissa, e por conseguinte, com mais tesão. Neste momento vamos conversar sobre apanhar/bater.

Pessoalmente falando, acho muito gostoso fazer isso. Ver aquela bunda de quatro bem empinada e chapar a mão nela é uma delícia. E isso remete a máxima que para se desempenhar um bom papel, e necessário gostar do que se faz. E espero que você goste também.

O assunto não tem nada a ver com bater na mulher fora da cama. Isso é outro assunto. Aqui estamos tratando de tapas como um recurso sexual. E nesse momento até grandes feministas se rendem aos prazeres de sentir um ardido gostoso provocado pelo impacto de uma mão masculina no seu traseiro.

Essas bolachas são como uma injeção de adrenalina instantânea, e parece que quanto mais adrenalina mais êxtase.
A postura do cafagestão dominador

Muitas mulheres gostam de homens com traços finos ao melhor estilo Leonardo di Caprio, mas não para fazerem sexo. Para sexo um estilo Richard Gere é bem mais atraente que um Leonardo.

O Richard passa um ar bem mais viril e decidido, e é isso que o homem deve ser na transa. Um Richard, e não um Leozinho.

Se você é um Leozinho na cama, tudo bem, respeito sua preferência, mas esse texto foi projetado para os Richards, e eu sugiro que você vire um.

Se você vai bater na sua parceira, tem que bater com convicção, com paixão, com tesão, com energia, caso contrário vai parecer muito artificial, muito fabricado, e o tiro pode acabar saindo pela culatra.

Isso não significa que você vai bater forte, tudo tem limite, o cara que as mulheres amam é o que bate gostoso, e não o que bate forte. Vamos falar disso agora…
Como eu devo bater gostoso?

Bater gostoso não é bater forte. Nem bater fraco. É bater na medida.

Comece excitando a mulher. Primeiro é necessário aquelas preliminares tradicionais. Beijos, sexo oral, carícias e etc.

Depois que a mulher já está no clima, ai sim, você poderá aplicar a dica propriamente dita.

Comece batendo de leve, quase uma pegada forte. A medida que a mulher vai ficando mais excitada, vá batendo mais forte, e quando ela estiver quase gozando bata com uma certa dose de força.

Se no início você bater forte demais, vai doer e ela vai perder o tesão. Logo, um tapinha nessa hora já é o suficiente. Quando ela estiver muito louca de tesão é necessário mais vigor nos tapas, pois, se não for assim ela não vai sentir nada, uma vez que o tesão diminui absurdamente a dor.

O segredo é manter a mulher sempre sentindo uma quantidade de dor suportável para o momento. A medida que ela está mais perto do clímax, mais insensível ela fica e mais ela suporta o sofrimento.

O barulho também é muito importante. Procure bater estalado para que ela ouça apanhar e a sensação junto com o som deixe ela muito fora de si.

Onde bater?

Outro item muito importante. Vamos a ele.

– Na bunda
A principio na bunda. A bunda e quase uma unanimidade, e bem macia e agüenta bem uns tapas.

– Nas costas
Outra alternativa é nas costas. Nas costas da para bater bem, desde que seja com um pouco mais de cuidado do que na bunda

– Na cara
No rosto os tapas tem que ser muito suaves, e quase mais um ato psicológico do que propriamente físico. Uma bunda vermelha rapidinho está boa novamente, o rosto é muito mais frágil. Fora que nem toda mulher curte.

– Na vagina
Outro lugar excelente para uns tapinhas. Dá para bater com no máximo a metade da força que se bate na bunda. E também só seve ser feita quando a mulher estiver excitadíssima. Dependendo da forma que você bater e do estado dela poderá ocorrer um orgasmo. Gosto de dar vários tapinhas seguidos bem rápidos. É uma forma de masturbação.


Algumas não gostam

Por incrível que pareça, nem todas vão gostar de apanhar. São bem poucas, mas, elas existem. Se você encontrar uma dessas, não force a barra. Esqueça o assunto ou mude de parceira.

Bater no sexo deve ser algo consentido por ambas as partes e não algo forçado. Como as vezes fica complicado saber se a pessoa esta gostando ou está sofrendo, combine uma palavra que a garota deverá dizer para o caso de você ser bruto demais. Sugiro a palavra: Chega.

Se ela disser chega, você não bate mais nela. Qualquer outra coisa que ela disser é sinal que esta gostando.
Finalizando:

Apanhar no sexo é algo que pode ser muito excitante tanto para homens como para mulheres. É um processo ligado firmemente a psicologia feminina que se explorado sem exageros e com o respeito aos limites individuais poderá levar sua relação a um novo patamar.

Fonte: DicasdeSexo


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