O Especialista na Arte de Amar



“Minhas pré-preliminares” de uma jovem mulher…

“Desabotoei o jeans e, com uma destreza que surpreendeu até a mim mesma, enfiei a mão dentro de sua cueca.”

Morava num condomínio e tinha uma turminha que passava noites conversando na escadaria da recepção até que os pais se enchiam e nos obrigavam a subir. No auge da adolescência, casalzinhos se atracavam atrás das colunas desvendando a sensibilidade dos bicos dos seios e a umidade da vagina, que se descobria úmida pela primeira vez. Desconhecimento total sobre onde era o clitóris, não que este tenha sido descoberto pela maioria dos meninos ao longo dos anos, uma sensação erótica misturada ao proibido que deixava tudo excitante.

Aos 13 anos, comecei a namorar Rodrigo, um menino que nada sabia a não ser o efeito de se esfregar em qualquer coisa. Lógico que as fitas cassete de pornochanchada que o pai alugava ajudavam muito. O fato é que sentíamos atração um pelo outro. Para mim, era amor. Para Rodrigo, algo que ele desconhecia tanto quanto a posição do clitóris. Certa noite, quando as meninas fingiam timidez e os meninos experiência, escapamos para um bosque que ficava entre um prédio e outro. Rodrigo se apoiou numa árvore e grudou meu corpo no dele. Foi ali nosso primeiro beijo. Ele virava a língua dura como um helicóptero e eu tentava acompanhar sem muito sucesso. O pau de Rodrigo nunca estivera tão duro, nem quando viu a primeira boceta de sua vida numa revista que o pai colecionava e guardava atrás dos livros de advocacia.

Os movimentos eram descoordenados, o que não tinha a menor importância porque, antes que Rodrigo tentasse colocar a mão por debaixo da minha blusa, ajoelhei na frente do menino, desabotoei o seu jeans e, com uma destreza que surpreendeu até a mim mesma, enfiei a mão dentro de sua cueca. Rodrigo não estava nem um pouco preparado. Com o zíper meio aberto, meus movimentos eram restritos. Sem pensar muito, arrisquei. Ajoelhei na frente do menino e lambi levemente a ponta do seu pênis.

Era o que dava para fazer, devido à situação e ao perigo de o guardinha aparecer a qualquer minuto. Mas não precisou muito esforço. Tive uma das minhas melhores performances, coisa que jamais consegui repetir ao longo da vida. Com apenas uma lambida, o menino, virgem de tudo, gozou para todos os lados sujando a camiseta do Iron Maiden. Também sujou a minha roupa, mas eu estava extasiada, ao contrário dele, que tremia de prazer e de vergonha. Piiiiii… O apito do guardinha fez com que saíssemos correndo, cada um para sua casa. Rodrigo se trancou no quarto assustado. Eu liguei o som no último volume e me senti a mulher mais poderosa do mundo.

Autor desconhecido.


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